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Publicado em Maio de 2018

O bebê nasce no tempo certo, seu corpo se prepara para o nascimento por meio das contrações uterinas e pela passagem no canal de parto, o que favorece:

– a expulsão dos líquidos amnióticos do pulmão, evitando problemas respiratórios, pela contração do tórax;

– acelera a maturidade pulmonar;

– melhora os sistemas neurológico e imunológico;

– o bebê nasce mais ativo, favorecendo o aleitamento materno precoce;

– ao passar pelo canal de parto, a flora bacteriana da mãe ajuda o bebê a formar sua própria flora intestinal.

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Publicado em abril de 2018
  • é um processo fisiológico (natural);
  • favorece uma recuperação mais rápida, facilitando o cuidado com o bebê no pós-parto;
  • o contato pele a pele permite maior interação entre a mãe e o bebê, favorecendo a criação de vínculo e estimulando o aleitamento materno;
  • não compromete o futuro reprodutivo da mulher, com cesáreas repetidas;
  • tem menor índice de bebês prematuros.
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Publicado em março de 2018

O parto normal é o método mais natural e seguro de dar à luz e também é uma experiência única e inesquecível. Ele respeita o momento certo do nascimento e ocorre de forma natural, iniciando-se de forma espontânea e acontecendo por via vaginal. Na maioria dos casos, é necessária apenas a vigilância e o apoio dos profissionais de saúde.

No parto normal, é possível a utilização de analgesia como forma de diminuir as dores e a mãe participar ativamente do processo. Apenas quando indicada, é feita a indução (estímulo das contrações com medicamentos).

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Publicado em fevereiro de 2018

O Hospital Sepaco apoia o Novembro Azul, campanha iniciada na Austrália, em 2003, que se tornou símbolo da luta contra algumas doenças masculinas, principalmente o câncer de próstata. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é que, em 2017, existam cerca de 61.200 novos casos de câncer de próstata diagnosticados no País. Dados da American Cancer Society revelou que, cerca de 1 em cada 7 homens será diagnosticado com câncer de próstata durante a vida.

O câncer de próstata é a segunda principal causa de óbitos por câncer e a mais comum entre os homens em todo o mundo, depois do câncer de pulmão. De acordo com o Dr. Eduardo Muracca Yoshinaga, urologista do Hospital Sepaco, “o objetivo dessa campanha é estimular e promover uma conscientização, não somente nos homens, mas de toda sociedade sobre essa doença, e promover a saúde do homem como um todo”.

Um levantamento realizado pelo Centro de Referência em Saúde do Homem (CRSH), vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, aponta que 70% dos homens somente vão ao médico quando acompanhados por esposa ou filha. Muitas vezes o retardo na procura da ajuda médica leva a um estágio avançado da doença. “O preconceito diminuiu bastante ao longo dos anos, mas ainda hoje há homens que deixam de ir ao urologista por timidez ou tabus relacionados ao exame da próstata, isso é algo que não podemos aceitar”.

Doenças como o câncer de próstata não costumam apresentar sintomas em fase inicial e somente são detectadas com exames específicos, que dependem da consulta com um urologista. Caso não haja um diagnóstico precoce, são possíveis complicações mais graves como dores ósseas ou obstruções urinárias. “O diagnóstico precoce permite um tratamento com menor custo, maior taxa de cura e menor índice de complicações. Por isso é essencial cuidar da saúde e fazer exames preventivos”, conclui o especialista.

Publicado em janeiro de 2018

A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino, localizada abaixo da bexiga com peso aproximado de 20g (mais ou menos o tamanho de uma castanha). Sua função é a produção de parte do sêmen, (líquido espesso que contém os espermatozóides), liberado durante o ato sexual.

No Brasil, o câncer de é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele). Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos.

Alguns desses tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A grande maioria, porém, cresce de forma tão lenta (leva cerca de 15 anos para atingir 1cm) que não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem.

Sintomas
A doença pode não apresentar sintomas em sua fase inicial. Em alguns casos, os sinais são parecidos com os do crescimento benigno da próstata: dificuldade de urinar ou necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite. Na fase mais avançada, o paciente pode ter dores nos ossos, presença de sangue na urina ou ao ejacular e, nos casos mais graves, infecção generalizada ou insuficiência renal.

Prevenção
A idade é um fator de risco para o câncer de próstata, já que a incidência e a mortalidade aumentam após os 50 anos. Quando há casos da doença em pai ou irmão antes dos 60 anos, o risco de desenvolvê-la também é de 3 a 10 vezes em comparação com a população em geral.

Está comprovado também que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, com menos gordura, reduz o risco de câncer e de outras doenças não-transmissíveis. Recomenda-se também realizar pelo menos 30 minutos de atividade física por dia, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.

Diagnóstico
Homens a partir dos 50 anos devem procurar um médico para exames de rotina. Quem tem histórico familiar da doença deve informar durante a consulta.

O toque retal é o teste mais utilizado, apesar de somente a porção posterior e lateral da próstata poder ser apalpada. É recomendável fazer a análise do nível de PSA, a partir de um exame de sangue, que pode identificar aumento de proteína produzida pela próstata, o que seria indício da doença. Para o diagnóstico preciso, é necessário analisar parte do tecido da glândula com biópsia.

Tratamento
O médico pode indicar cirurgia, radioterapia ou até tratamento hormonal. Para doença com metástase, o tratamento escolhido é a terapia hormonal. A escolha do tratamento mais adequado deve ser definida após médico e paciente discutirem os riscos e benefícios de cada um.

Fontes: Fundação do Câncer e Instituto Nacional de Câncer (Inca) / Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo

Publicado em dezembro de 2017

O câncer de mama não tem uma causa única. Diversos fatores estão relacionados ao aumento do risco de desenvolver a doença, tais como: idade, fatores associados a história da saúde da paciente, comportamentais e genéticos/hereditários.

É importante saber que 65-80% das mulheres com a doença não apresentam fatores de risco conhecidos. Assim, todas devem procurar atendimento de saúde para avaliação e rastreamento de rotina.

Diagnóstico e detecção precoce

A avaliação das mamas é feita por meio do autoexame, do exame clínico por um profissional da saúde e por rastreamento com mamografia. Para as pacientes com 40 anos ou mais, recomenda-se passar em consulta médica para avaliação e decisão do início dos exames de rastreamento de câncer de mama.

Como realizar o autoexame?

A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas, que significa conhecer o que é normal em seu corpo e quais as alterações consideradas suspeitas de câncer de mama, é fundamental para a detecção precoce dessa doença.

Confira abaixo o passo-a-passo do autoexame:

 

Exames de rotina
Mulheres de 40 a 49 anos: Exame Clínico Anual, se alterado, fazer mamografia
Mulheres de 50 a 69 anos: Exame Clínico Anual e mamografia a cada 2 anos
Mulheres de 35 anos ou mais com risco elevado: Exame Clínico Anual e mamografia anual

Publicado em novembro de 2017

Fatores de risco

Transtornos mentais: transtornos do humor (ex.: depressão); transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de substâncias psicoativas (ex.: alcoolismo); transtornos de personalidade (principalmente borderline, narcisista e antissocial); esquizofrenia; transtornos de ansiedade; comorbidade potencializa riscos (ex.: alcoolismo + depressão)

Sociodemográficos: sexo masculino; faixas etárias entre 15 e 35 anos e acima de 75 anos; estratos econômicos extremos; residentes em áreas urbanas; desempregados (principalmente perda recente do emprego); aposentados; isolamento social; solteiros ou separados; migrantes.

Psicológicos: perdas recentes; perdas dos pais na infância; Convívio familiar conturbado; datas importantes; reações de aniversário; personalidade com traços significativos de impulsividade, agressividade, humor instável;

Condições clínicas: doenças orgânicas incapacitantes; dor crônica; lesões desfigurantes; epilepsia; trauma medular; neoplasias malignas; Aids.

Atenção!!! Os principais fatores de risco para o suicídio são: histórico de tentativas de suicídio e transtorno mental.

 

Frases de alerta

Eu preferia estar morto

Eu não posso fazer mais nada

Eu não aguento mais

Eu sou um perdedor e um peso para os outros

Os outros vão ser mais felizes sem mim

 

Sentimentos a observar

Depressão

Desesperança

Desamparo

Desespero

 

Mitos

Se eu falar sobre suicídio, poderei influenciar as pessoas

Ele está ameaçando suicídio apenas para aparecer

Quem quer se matar, se mata mesmo, não avisa

 

Como ajudar?

Uma abordagem calma, aberta, de aceitação e de não julgamento é fundamental para facilitar a comunicação.

Ouça com cordialidade.

Entender os sentimentos da pessoa (empatia).

Ter respeito pelo sofrimento.

Expressar respeito pelas opiniões e pelos valores da pessoa.

Mostrar preocupação e afeto.

O suicídio é um ato de covardia (ou de coragem)