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outubro de 2018

O Hospital Sepaco é consciente e apoia o Outubro Rosa, campanha mundial que luta pela prevenção do câncer de mama, doença que ainda assusta o público feminino e que atingiu 1,67 milhão de mulheres no mundo em 2012 e cerca de 57 mil mulheres no Brasil em 2014.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), dos 520 mil novos casos de câncer no país esperados para este ano, quase 60 mil serão de mama. Diante disto, o especialista Dr. Cid Gusmão, responsável pelo Centro de Oncologia do Hospital Sepaco e fundador do Centro de Combate ao Câncer (CCC), recomenda ações para controle da mortalidade da doença. “A prevenção, detecção precoce e informação de qualidade são essenciais para um alto índice de cura”.

O objetivo é contribuir com o controle do câncer de mama no país ao longo dos 31 dias dedicados a reflexões e ações sobre o tema. “Não podemos esquecer que os exames clínicos periódicos e a mamografia devem estar na agenda das mulheres a partir de 40 anos de idade”, reforça o médico.
Do diagnóstico ao tratamento
Enquanto o mundo se veste de rosa, muitos companheiros e familiares enfrentam a dura realidade de apoiar e esperançar a mulher durante o tratamento do câncer de mama. Este incentivo é considerado essencial para que o paciente não negue a doença e tão pouco desista do tratamento. “Essa situação é considerada comum quando a mulher não está acompanhada dos familiares”, revela o especialista.
O especialista destaca que entre as diversas formas de apoio estão o carinho, palavras, abraços ou atitudes. Para o médico, o suporte emocional está 100% atrelado à cura da doença. “Ajudar no controle do medicamento e nas tarefas de casa também são ações importantes que, com certeza, farão a diferença”.
 

dezembro de 2017

O câncer de mama não tem uma causa única. Diversos fatores estão relacionados ao aumento do risco de desenvolver a doença, tais como: idade, fatores associados a história da saúde da paciente, comportamentais e genéticos/hereditários.

É importante saber que 65-80% das mulheres com a doença não apresentam fatores de risco conhecidos. Assim, todas devem procurar atendimento de saúde para avaliação e rastreamento de rotina.

Diagnóstico e detecção precoce

A avaliação das mamas é feita por meio do autoexame, do exame clínico por um profissional da saúde e por rastreamento com mamografia. Para as pacientes com 40 anos ou mais, recomenda-se passar em consulta médica para avaliação e decisão do início dos exames de rastreamento de câncer de mama.

Como realizar o autoexame?

A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas, que significa conhecer o que é normal em seu corpo e quais as alterações consideradas suspeitas de câncer de mama, é fundamental para a detecção precoce dessa doença.

Confira abaixo o passo-a-passo do autoexame:

 

Exames de rotina
Mulheres de 40 a 49 anos: Exame Clínico Anual, se alterado, fazer mamografia
Mulheres de 50 a 69 anos: Exame Clínico Anual e mamografia a cada 2 anos
Mulheres de 35 anos ou mais com risco elevado: Exame Clínico Anual e mamografia anual