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Publicado em agosto de 2019

Qual é a causa da bronquiolite (BQL)?
A BQL é uma infecção viral bastante comum entre as crianças, provocando o inchaço e o acúmulo de muco nos bronquíolos, pequenas passagens de ar presentes nos pulmões. Normalmente se inicia com sintomas que se assemelham a um resfriado como tosse, coriza, obstrução nasal, irritabilidade, redução da aceitação das mamadas, podendo haver febre (viremia em via aérea superior), evoluindo para desconforto respiratório (“período de piora”) 3 a 5 dias depois (viremia em aérea inferior).
“Cerca de 80% dos casos são causados pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), mas outros vírus também podem causar a doença como rhinovirus, influenza, parainfluenza, adenovírus, metapneumovírus”, afirma a Dra. Talita Gongora Lodi Rizzini, pediatra e coordenadora do Serviço de Pediatria do Hospital Sepaco.
Quais são os cuidados fundamentais no tratamento?
Os cuidados irão depender da gravidade. Nem todos os casos de BQL necessitam de internação e apenas cerca de 15% deles necessitam de internação. Apenas pacientes com demanda por oferta de oxigênio, desconforto respiratório significativo, queda do estado geral e incapacidade de aceitarem líquidos adequadamente e grupos de risco como lactentes jovens < 2 – 3 m, cardiopatas, portadores de imunodeficiências, doenças pulmonares crônicas / broncodisplasia) devem ser hospitalizados. Nos casos mais leves, o tratamento é a hidratação e a limpeza das vias aéreas.
Por que o número de casos aumenta quando o tempo fica mais frio?
A principal época de sazonalidade na região sudeste do Brasil é o durante o outono e o início do inverno, ou seja, entre março e julho. A incidência começa a aumentar nesta época porque ocorre a diminuição da umidade relativa do ar.
“As partículas ficam em suspensão, os lugares permanecem mais fechados e isso favorece a contaminação ambiental. Além disso, as quedas bruscas de temperatura, em um mesmo dia contribui para o aumento dos quadros, tanto inflamatórios/infecciosos quanto alérgicos”, afirma a Dra. Talita.
O que acontece caso a criança não receba os cuidados adequados?
Geralmente a bronquiolite não apresenta complicações graves, porém algumas pesquisas defendem que bebês infectados pelo vírus causadores da bronquiolite tem maiores chances de desenvolver asma futuramente.
“Se não tratados adequadamente, casos graves de bronquiolite contribuem para o desenvolvimento de pneumonia, que deve, então, ser tratada separadamente. Além disso, a bronquiolite pode levar a criança à insuficiência respiratória, na qual só conseguirá respirar com ajuda de aparelhos”, finaliza a especialista.
Fonte: Dra. Talita Gongora Lodi Rizzini – Coordenadora da Pediatria
CRM: 122.213

Publicado em maio de 2019

O Hospital Sepaco agora conta com atendimento especializado em Medicina Fetal. O serviço é voltado tanto para a realização de consultas e exames diagnósticos de rotina na gestação (ultrassom morfológico e ultrassom obstétrico, entre outros) como para o acompanhamento e tratamento de fetos com diagnóstico de doença intrauterina. O horário de atendimento é de segunda à sexta-feira, das 7h às 19h, e sábados das 8h às 14h. As consultas podem ser agendadas por meio da Central de Atendimento do Hospital Sepaco.

A nova especialidade será liderada pela Profa. Dra. Lisandra Stein Bernardes, especialista com ampla experiência e conhecimento em Medicina Fetal, com graduação, mestrado, doutorado e livre-docência pela Universidade de São Paulo (USP) e especialização em Medicina Fetal pela Université Paris V (2007) e Especialista em Ultrassonografia pela Universidade Paris XI (2008).

Dra. Lisandra também foi coordenadora do Setor de Medicina Fetal da Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP entre 2014 e 2019, onde criou, implementou e coordenou o Grupo de Cirurgia Fetal e o Grupo de Atendimento Integral à Gestante de Fetos com Malformação (GAI).

A especialista lidera uma equipe de 13 profissionais com ampla experiência na área e sólida formação acadêmica e científica, com especialização em gestações de alto risco e diagnóstico por imagem. Todos são treinados para diagnosticar as doenças da vida intrauterina e também acolher de forma humana e inovadora a família que passará pela difícil jornada de ter uma gestação de alto risco.

De acordo com a Dra. Luci Meire Pivelli Usberco, Superintendente Operacional do Sepaco, esta nova especialidade ressalta o comprometimento da instituição com os cuidados materno-infantis e também de toda a família. “O serviço de medicina fetal vem somar a experiência do Hospital Sepaco com alta complexidade ao cuidado e atenção dedicados às gestantes, tornando a nossa assistência ainda mais resolutiva e precisa”, destaca.

Para a Dra. Lisandra, o novo serviço oferece um cuidado humanizado e seguro às gestantes e seus bebês. “O Sepaco possui uma excelente estrutura de atenção à gestante. Além disso, vamos trabalhar de forma integrada a todas as outras equipes do hospital, buscando a estruturação do cuidado da criança após o diagnóstico pré-natal de malformação, e acompanhando a família em suas principais necessidades nesse momento”, finaliza.

Publicado em março de 2019

A equipe de Cardiologistas Intervencionistas do Hospital Sepaco comemora os resultados extremamente positivos alcançados nas modernas cirurgias de Implante Percutâneo de Válvula Aórtica – TAVI. Os profissionais, chefiados pelo Dr. Rósley Weber Alvarenga Fernandes, cardiologista intervencionista e Responsável Técnico pelo Setor de Hemodinâmica do Hospital Sepaco, estão amplamente familiarizados com a técnica.
Considerada uma evolução importantíssima na Cardiologia Intervencionista moderna, a opção terapêutica conhecida como TAVI é um procedimento minimamente invasivo, que permite a correção em uma redução no diâmetro da válvula aórtica. A válvula implantada permite restabelecer volumes normais de passagem do fluxo de sangue do ventrículo esquerdo para a aorta.
A estenose da valva aórtica (EAo) é uma das doenças valvares cardíacas, causada na grande maioria dos casos pela aterosclerose, mais comum em pacientes acima dos 75 anos, podendo ser facilmente detectada no exame físico e confirmada com exames complementares.  Segundo o Dr. Rósley, o estreitamento nessa válvula surge com o passar dos anos, dificultando que o sangue chegue a todos os órgãos do corpo. “Caso não seja tratado, o paciente pode evoluir, a depender do grau de estreitamento, para óbito em meses”.
O Dr. Rósley explica que o coração humano possui quatro válvulas cardíacas, duas separando suas quatro câmaras e outras duas separando os ventrículos esquerdo e direito das artérias aorta e pulmonar, respectivamente. “A cirurgia cardíaca com o tórax aberto para troca ou plastia destas válvulas foi por muito tempo a única opção de tratamento para estes pacientes, mas tem evoluído a cada dia, com procedimentos cada vez menos invasivos, sem necessidade de cirurgia aberta e com um recuperação pós-operatória mais rápida”, comemora o médico.
A TAVI ainda tem sua indicação a pacientes de alto risco cirúrgico (risco de morte cirúrgica maior que 8%), pacientes com comorbidades ou condições clínicas que contra-indiquem a cirurgia com tórax aberto, pacientes com cirurgia cardíaca coronariana prévia ou outras condições que o médico, após minuciosa avaliação, assim o julgar. “Novos trabalhos já têm mostrado benefícios da TAVI também em pacientes de risco não tão alto”.
Para o especialista, o presente da TAVI é ser uma opção à cirurgia cardíaca com boa segurança a baixas taxas de complicações e alerta que o futuro da TAVI já está bem próximo. “Acredito que em casos de alto e moderado risco ficará como a opção de escolha dos médicos em conjunto com os pacientes. O código de ética permite que o paciente tenha livre escolha do seu tratamento, quando adequadamente exposto os riscos e benefícios das opções terapêuticas”, ressalta.
Caso de sucesso
Confira o depoimento do paciente Nivaldo Calheiros de Balbino Silva:

Evolução
Na década de 70, um conceito de uma válvula montada sobre um stent (dispositivo metálico de sustentação do lúmen do vaso que pode ser auto expansível ou expansível por catéter balão) surgiu como uma abordagem experimental. Muito se evoluiu e, nos anos 90, os primeiros casos de válvulas montadas em stent foram implantadas em aortas de porcos em trabalhos científicos. Em 2000, desenvolveu-se uma prótese valvar montada em um stent que poderia ser utilizada em humanos. Assim, em 2002, Dr. Alan Cribier, emérito professor francês de Cardiologia Intervencionista, implantou a primeira válvula montada em um stent expansível com catéter balão em humano. O procedimento foi um sucesso e considerado uma das maiores evoluções na Cardiologia Intervencionista.
Desde o procedimento índice até os dias de hoje, a técnica evoluiu muito e milhares de outros procedimentos já foram realizados em todo o mundo. No início, estes procedimentos eram sempre feitos com anestesia geral. Hoje, estas podem ser levadas ao coração através de um pequeno orifício de apenas de 1 cm na pele e o procedimento pode ser por anestesia local e/ou uma sedação consciente do paciente.
A TAVI (Trans Aortic Valvar Implatation) ou TAVR (Trans Aortric Valvar Replacement) é uma evolução onde caminhamos a passos largos para procedimentos cada vez menos invasivos, sem necessidade de cirurgia aberta e com um recuperação mais rápida para os pacientes.

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Publicado em março de 2019

Vem crescendo a cada dia o número de pessoas que buscam informações sobre doenças e indicação de remédios na tela do computador. Mas o que deve ser questionado é: o quão confiável todas estas informações podem ser e se um determinado tratamento serve para todos da mesma forma?
Um recente levantamento realizado pelo Google com o objetivo de saber como os brasileiros pesquisam e consomem conteúdo de saúde na plataforma de busca e no YouTube mostrou que o índice de brasileiros que buscam o Google como primeira fonte de informação em casos de problemas de saúde já chega a 26%, próximo aos que buscam imediatamente um médico, com 35%.
A Dra. Keyla Facchin Guedes, coordenadora do Pronto Atendimento do Hospital Sepaco, destaca que nem tudo aquilo que é apresentado pelo Dr. Google como resposta é indicado para todas as pessoas e o risco da automedicação pode aumentar os problemas de saúde com esse tipo de ação.
É preciso cuidado com buscas desenfreadas ao navegar na web. “Ao invés de esclarecer o público leigo, alguns vídeos e sites podem colocar em risco a saúde do internauta, com receitas milagrosas ou exercícios perigosos de se praticar”. Se a sua cabeça está doendo, você digita “dor de cabeça” no Google e aparecem inúmeras páginas sugerindo que você pode ter de uma simples dor de cabeça a um tumor cerebral. O desespero toma conta e algumas pessoas podem começar, a partir deste momento, a fazer um tratamento em casa, sem quaisquer orientações médicas.
A médica alerta que recorrer ao Dr. Google parece mais fácil, instantâneo e, desta forma, é possível pular toda a espera nas filas, mas os riscos que isso traz são enormes. “O que serve para uma pessoa pode não servir para outra. Isso se as informações estiverem corretas, o que não é o caso na maioria das vezes. O tratamento é individual e a ida ao consultório médico é indispensável”.
Caso a curiosidade esteja grande e a espera para se consultar esteja demorada, a médica recomenda que as pesquisas sejam discutidas com um especialista. “O paciente pode falar sobre os resultados das pesquisas durante a consulta. O que não se deve, em hipótese alguma, é realizar a automedicação. Não vale a pena se arriscar desta forma”, destaca.
Para finalizar, Dra. Keyla afirma que somente o médico é responsável por descobrir as enfermidades que atingem determinado paciente e também está capacitado para oferecer suporte e indicações adequadas, a fim de que o problema de saúde seja tratado. “A tecnologia veio para agregar e não substituir o profissional da saúde. Há coisas que não podem ser substituídas com apenas um clique”.

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Publicado em março de 2019


HIDRATE-SE!
A água representa cerca de 60% do peso corporal, por isso a hidratação é de extrema importância para que todos os órgãos continuem funcionando de maneira adequada. A água desempenha diferentes e importantes funções dentro do corpo humano.

Publicado em janeiro de 2019

O TOC é um transtorno mental caracterizado pela presença de obsessões, compulsões ou ambas. As obsessões são pensamentos, impulsos ou imagens indesejáveis e involuntários, que invadem a consciência causando acentuada ansiedade ou desconforto e obrigando o indivíduo a executar rituais ou compulsões que são atos físicos ou mentais realizados em resposta às obsessões, com a intenção de afastar ameaças (contaminação, a casa incendiar), prevenir possíveis falhas ou simplesmente aliviar um desconforto físico. No TOC os indivíduos procuram ainda evitar o contado com determinados lugares (por exemplo, banheiros públicos, hospitais, cemitérios), objetos que outras pessoas tocam (dinheiro, telefone público, maçanetas) ou até mesmo pessoas (mendigos, pessoas com algum ferimento) como forma de obter alívio dos seus medos e preocupações. São as evitações.
Os sintomas do TOC
Uma das características intrigantes do TOC é a diversidade dos seus sintomas (medos de contaminação/lavagens, dúvidas excessivas seguidas de verificações, preocupação exagerada com ordem/simetria ou exatidão, pensamentos de conteúdo inaceitável (violência, sexuais, ou blasfemos), compulsão por armazenar objetos sem utilidade e dificuldade em descarta-los – ou colecionismo). Um mesmo indivíduo pode apresentar uma diversidade de sintomas, embora geralmente exista um que predomine.
O diagnóstico do TOC
Para que seja estabelecido o diagnóstico de TOC é necessário que as obsessões ou compulsões consumam um tempo razoável (por exemplo, tomam mais de uma hora por dia) ou causem desconforto clinicamente significativo, ou comprometam a vida social, ocupacional, acadêmica ou outras áreas importantes do funcionamento do indivíduo. Os sintomas obsessivo-compulsivos não podem ser atribuídos ao efeito fisiológico direto de uma substancia (p.ex. droga de abuso ou a uma medicação) ou a outra condição médica como doenças psiquiátricas, que também podem ter entre seus sintomas – obsessões e ou compulsões (por exemplo: dependência a drogas, comer compulsivo, jogo patológico). As obsessões e compulsões também não podem ser consequência de doenças neurológicas.
Números na população
Considerado raro até a pouco tempo, o TOC é um transtorno mental bastante comum, acometendo aproximadamente um em cada 40 a 60 indivíduos ou ao redor de 2,5% das pessoas ao longo da vida, ou ao redor de 1% em determinado momento. No Brasil, é provável que existam ao redor de 2 milhões de indivíduos com o transtorno. Seu início em geral é na adolescência mas, não raro, na infância. Os sintomas podem ser de intensidade leve, mas não raro são muito graves e até incapacitantes. O TOC tende a ser crônico, com os sintomas crescendo ou diminuindo de intensidade ao longo do tempo. Se não tratado pode acompanhar o indivíduo ao longo de toda a sua vida, pois raramente melhora espontaneamente.
Tratamento
O tratamento envolve normalmente uma equipe que consiste no médico psiquiatra e um psicólogo com abordagem comportamental.
O uso de antidepressivos deve ser encorajado pelo médico, assim como uso de outros tipos de medicações, como ansiolíticos e antipsicóticos com perfil mais leve. A duração da terapêutica normalmente é para toda a vida, ou seja, após um momento inicial em que o tratamento é focado em resgatar o paciente de crise, torna-se um objetivo principal a longo prazo a prevenção de novos episódios.
 
Dr. Luis Felipe de Oliveira Costa – Coordenador do Serviço de Psiquiatria do Hospital Sepaco.
CRM: 112.977

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Publicado em novembro de 2018


O Sepaco apoia o Novembro Roxo, mês escolhido para conscientizar a população sobre a prematuridade. No mundo, todos os anos nascem cerca de 15 milhões de bebês prematuros, o equivalente a mais de um bebê em cada dez. No Brasil, 11,5% dos partos são de prematuros, acima de vários outros países europeus.
Por ser um assunto muito importante para a sociedade, no último dia 17 de novembro, quando se comemora o Dia Mundial da Prematuridade, o Sepaco lançou uma campanha de conscientização sobre a importância da prematuridade e vestiu todos os bebês que estavam na UTI Neonatal da instituição com roupas de super-heróis.
Segundo a Dra. Renata Castro, neonatologista da UTI Neonatal do Sepaco, existem inúmeros fatores que podem ocasionar um parto prematuro, tais como gravidez na adolescência, fumo, ingestão de bebidas alcoólicas, infecções, ausência de pré-natal, hipertensão e diabetes materna. “Mas, na grande maioria das vezes, se a gestante realizar um pré-natal muito bem feito, tiver acompanhamento especializado, passar por todas as consultas, realizar todos os exames solicitados, essa incidência de prematuridade pode diminuir significativamente”, destaca.
A médica explica que uma gravidez completa dura entre 37 e 42 semanas e a “prematuridade” ocorre sempre que o bebê nasce antes das 37 semanas de gestação e é considerado prematuro extremo se nascer antes de 29 semanas.
Em todos os casos de prematuridade, o bebê precisa de cuidados especiais, com uma UTI de alta complexidade, monitorização, equipe multidisciplinar, com especialidades médicas associadas como cardiologia e neurologia entre outros. “Todas essas ações irão garantir o acompanhamento e atendimento especializado de excelência necessário para que o prematuro não tenha sequelas ou, caso tenha complicações, que sejam minimizadas rapidamente para possibilitar uma maior qualidade de vida ao bebê”, finaliza a especialista.

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Publicado em novembro de 2018

No dia 17 de novembro comemora-se o Dia Mundial da Prematuridade, criado para destacar a importância do tema no Brasil: no país, cerca de 12% dos nascimentos são prematuros, o dobro do índice de países europeus. Em outras palavras, 340 mil bebês nascem prematuros por ano, o equivalente a 930 bebês prematuros por dia.
Em todo o mundo, são aproximadamente 15 milhões de nascimentos de bebês prematuros e de baixo peso por ano, e cerca de um terço deles morrem antes de completar um ano de vida.
Com o intuito de conscientização para os problemas da Prematuridade, o mês de novembro foi designado Novembro Roxo, um mês inteiro dedicado à realização de campanhas e ações em favor dos bebês prematuros.
Os prematuros não são apenas bebês com baixo peso mas também crianças com alto risco de problemas de saúde e sequelas, com necessidade de atendimento em UTIs especializadas com tecnologia avançada, equipe multidisciplinar e especialistas médicos além do neonatologista, como neuropediatra, cardiopediatra, cirurgião pediátrico, oftalmologista.
O Sepaco possui uma unidade exclusiva para atender aos casos de prematuridade neonatal. Com 25 leitos, a UTI Neonatal do Hospital Sepaco possui serviços especializados e estrutura preparada além de atendimento multidisciplinar e de enfermagem prontas para o atendimento recém-nascidos de alto risco.
Quanto mais prematuro, mais riscos
Para controlar e reduzir os índices de prematuridade são essenciais medidas de saúde pública, dentre elas o pré-natal adequado. Um acompanhamento minucioso da gestação identifica riscos, ajuda a controlar doenças comuns na gestação, como hipertensão arterial, diabetes e infecção urinária, muitas vezes responsáveis pelo desencadeamento do parto prematuro. Além disso, deve-se prevenir a gestação na adolescência, outro fator de risco para a prematuridade.
Além das medidas de prevenção, é extremamente importante disponibilizar um atendimento adequado para esses bebês. Isso exige estrutura hospitalar, equipe médica, enfermagem, fisioterapia e fonoaudiologia, garantindo um desenvolvimento adequado e tratamento de doenças associadas a prematuridade.
Muito ainda precisa ser feito pela prematuridade no Brasil. No dia 17 use qualquer adereço roxo demonstrando apoio a causa dos bebês prematuros.
 
Renata Castro – Coordenadora Médica Assistencial da UTI Neonatal
CRM: 126.380

Publicado em novembro de 2018

O Hospital Sepaco apoia o Novembro Azul, campanha iniciada na Austrália, em 2003, que se tornou símbolo da luta contra algumas doenças masculinas, principalmente o câncer de próstata, que é causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se para o Brasil 68.220 casos novos de câncer de próstata para cada ano do biênio 2018-2019. Esses valores correspondem a um risco estimado de 66,12 casos novos a cada 100 mil homens.
O câncer de próstata é a segunda principal causa de óbitos por câncer e a mais comum entre os homens em todo o mundo, depois do câncer de pulmão. De acordo com o Dr. Eduardo Muracca Yoshinaga, urologista do Hospital Sepaco, “o objetivo dessa campanha é estimular e promover uma conscientização, não somente nos homens, mas de toda sociedade sobre essa doença, e promover a saúde do homem como um todo”.
Um levantamento realizado pelo Centro de Referência em Saúde do Homem (CRSH), vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, aponta que 70% dos homens somente vão ao médico quando acompanhados por esposa ou filha. Muitas vezes o retardo na procura da ajuda médica leva a um estágio avançado da doença. “O preconceito diminuiu bastante ao longo dos anos, mas ainda hoje há homens que deixam de ir ao urologista por timidez ou tabus relacionados ao exame da próstata, isso é algo que não podemos aceitar”.
Doenças como o câncer de próstata não costumam apresentar sintomas em fase inicial e somente são detectadas com exames específicos, que dependem da consulta com um urologista. Caso não haja um diagnóstico precoce, são possíveis complicações mais graves como dores ósseas ou obstruções urinárias. “O diagnóstico precoce permite um tratamento com menor custo, maior taxa de cura e menor índice de complicações. Por isso é essencial cuidar da saúde e fazer exames preventivos”, conclui o especialista.

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Publicado em outubro de 2018

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) leva a óbito mais de 100 mil pessoas por ano no Brasil. Estima-se que neste ano serão 18 milhões de casos no mundo e, em 2030, devem ser 23 milhões. Cerca de 50% dos sobreviventes ficam com sequelas graves, por isso a necessidade de reconhecer e tratar o AVC.
Neste Dia Mundial do Combate ao AVC, 29 de outubro, o Dr. Carlos Bosco Marx, neurologista do Hospital Sepaco, alerta que grande parte da população mundial está em risco e a situação tende a piorar. “É preciso estar atento a qualquer alteração do corpo, pois se trata de uma doença grave e silenciosa”.
Mas com prevenção, o AVC pode ser evitado mediante acompanhamento clínico preventivo e os pacientes acometidos pela doença podem manter sua qualidade de vida com tratamento multidisciplinar adequado. “Assim como as pessoas realizam check-ups para evitar os problemas cardíacos, é fundamental realizá-los para prevenir os acidentes vasculares encefálicos”, avalia Dr. Bosco.
É importante estar alerta e aprender a reconhecer os sinais precoces do AVC. Se houver rapidez no atendimento inicial, é possível utilizar um medicamento para dissolver o coágulo que obstrui a artéria cerebral causadora dos sintomas em até 4,5 horas do início dos sintomas. “Desta forma, muitos pacientes tem uma boa recuperação neurológica com baixo índice de sequelas e boa qualidade de vida”, comenta o neurologista.
Entre os sinais mais comuns são fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna e em um lado do corpo, confusão mental, alteração da fala ou compreensão da linguagem, alterações visuais (perda súbita/escurecimento visual), alteração do equilíbrio, perda de coordenação motora, tonturas e dor de cabeça súbita e intensa, sem causa aparente. “Ao sentir qualquer um desses sintomas, anote o horário em que começaram e procure imediatamente atendimento médico”, explica dr. Bosco.
Já fatores de risco que podem ser facilitadores para um AVC são doença vascular periférica, doenças cardíacas, tabagismo, hipertensão arterial, diabetes, sedentarismo, colesterol alto, uso de anticoncepcionais, álcool e drogas ilícitas. Para o especialista, o controle adequado desses fatores de risco pode diminuir a probabilidade de uma pessoa ter um Acidente Vascular Cerebral e suas complicações.
Desta forma, tome alguns cuidados preventivos para garantir sua saúde, tais como adotar uma alimentação saudável, parar de fumar, praticar algum tipo de exercício físico regularmente. Para quem tem pressão alta, a dica é fazer um esforço para tomar seus remédios conforme prescrição médica e, já para os diabéticos, prestar atenção na dieta, para bom controle da glicemia e tomar os remédios regularmente.
 

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