{"id":7062,"date":"2013-06-03T15:50:18","date_gmt":"2013-06-03T18:50:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sepaco.eth.net.br\/?p=2988"},"modified":"2013-06-03T15:50:18","modified_gmt":"2013-06-03T18:50:18","slug":"obesidade-infantil-uma-em-cada-tres-criancas-esta-acima-do-peso","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.sepacoautogestao.org.br\/home\/news\/obesidade-infantil-uma-em-cada-tres-criancas-esta-acima-do-peso\/","title":{"rendered":"Obesidade infantil: uma em cada tr\u00eas crian\u00e7as est\u00e1 acima do peso"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.sepaco.eth.net.br\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/obesidade-infantil_baixa.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright wp-image-3448 size-medium\" src=\"http:\/\/www.sepaco.eth.net.br\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/obesidade-infantil_baixa-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" \/><\/a><br \/>\nA Pesquisa de Or\u00e7amento Familiar (POF), de 2008-2009, realizada pelo IBGE em parceria com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, apresenta dados alarmantes: 36,6% das crian\u00e7as brasileiras est\u00e3o com excesso de peso.<br \/>\nNos \u00faltimos 35 anos, os \u00edndices de obesidade tiveram um salto muito grande e preocupante. Em 1974, somente 1,4% deste p\u00fablico estava acima do peso. J\u00e1 em 2008, poucas d\u00e9cadas ap\u00f3s, esse n\u00famero mais do que triplicou: chegou at\u00e9 a atingir a marca de 33,5% dos pequeninos entre cinco e nove anos em todo pa\u00eds.<br \/>\nE ao que se deve esse crescimento? A dra. Vanessa Radonsky, end\u00f3crino pediatra do Hospital Sepaco, explica que a alimenta\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as esta cada vez menos saud\u00e1vel, com excesso de a\u00e7\u00facar e gordura e falta de fibras. A inser\u00e7\u00e3o da mulher no mercado de trabalho nos \u00faltimos anos contribui para falta de tempo na prepara\u00e7\u00e3o de alimentos e a maior necessidade do consumo de alimentos prontos. Esta \u00e9 uma das causas da obesidade infantil.<br \/>\nOutro item que contribui com esta problem\u00e1tica \u00e9 o fato das crian\u00e7as passarem muito tempo<br \/>\nno que chamamos de inatividade f\u00edsica, ou seja, aquelas em que o gasto energ\u00e9tico \u00e9 muito baixo, como assistir televis\u00e3o, jogar videogame e ficar no computador, deixando de lado as brincadeiras de correr, andar de bicicleta, nadar, etc. \u201cClaro que n\u00e3o podemos deixar de observar a gen\u00e9tica, a sa\u00fade e at\u00e9 as quest\u00f5es psicol\u00f3gicas da crian\u00e7a, pois tamb\u00e9m podem influenciar no sobrepeso\u201d, comenta a especialista.<br \/>\nPara a doutora, este excesso de peso est\u00e1 relacionado com o estilo de vida. \u201c\u00c9 importante haver uma reeduca\u00e7\u00e3o alimentar de toda a fam\u00edlia, estipular uma rotina para que as crian\u00e7as realizem as refei\u00e7\u00f5es sentadas \u00e0 mesa e nos hor\u00e1rios corretos: educar os filhos a ter uma vida saud\u00e1vel desde cedo, ensinando os valores de cada alimento e, principalmente, estimulando a realiza\u00e7\u00e3o de exerc\u00edcios \u00e9 a chave para o equil\u00edbrio alimentar\u201d.<br \/>\n\u201cObesidade \u00e9 grave e deve ser tratada como tal\u201d, afirma a m\u00e9dica. Se n\u00e3o houver nenhuma mudan\u00e7a para alcan\u00e7ar a diminui\u00e7\u00e3o do peso, a garotada poder\u00e1 vir a sofrer de doen\u00e7as cardiovasculares, respirat\u00f3rias, endocrinol\u00f3gicas e at\u00e9 m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o do esqueleto.<br \/>\nSegundo a dra. Vanessa, a preven\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre o melhor rem\u00e9dio! \u201cSe n\u00e3o estiver tendo nenhum resultado com as mudan\u00e7as de h\u00e1bito, procure um especialista que poder\u00e1 ajudar, pois quanto mais cedo come\u00e7ar a tratar a obesidade, mais chances de cura e de uma melhor qualidade de vida para a crian\u00e7a\u201d, destaca.<br \/>\nPoss\u00edveis causas da obesidade:<br \/>\n&#8211; M\u00e1 alimenta\u00e7\u00e3o: muito cal\u00f3rica;<br \/>\n&#8211; Falta de atividade f\u00edsica: sedentarismo;<br \/>\n&#8211; Ansiedade;<br \/>\n&#8211; Fatores gen\u00e9ticos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Pesquisa de Or\u00e7amento Familiar (POF), de 2008-2009, realizada pelo IBGE em parceria com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, apresenta dados alarmantes: 36,6% das crian\u00e7as brasileiras est\u00e3o com excesso de peso. Nos \u00faltimos 35 anos, os \u00edndices de obesidade tiveram um salto muito grande e preocupante. Em 1974, somente 1,4% deste p\u00fablico estava acima do peso. J\u00e1 em 2008, poucas d\u00e9cadas ap\u00f3s, esse n\u00famero mais do que triplicou: chegou at\u00e9 a atingir a marca de 33,5% dos pequeninos entre cinco e nove anos em todo pa\u00eds. E ao que se deve esse crescimento? A dra. Vanessa Radonsky, end\u00f3crino pediatra do Hospital Sepaco, explica que a alimenta\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as esta cada vez menos saud\u00e1vel, com excesso de a\u00e7\u00facar e gordura e falta de fibras. A inser\u00e7\u00e3o da mulher no mercado de trabalho nos \u00faltimos anos contribui para falta de tempo na prepara\u00e7\u00e3o de alimentos e a maior necessidade do consumo de alimentos prontos. Esta \u00e9 uma das causas da obesidade infantil. Outro item que contribui com esta problem\u00e1tica \u00e9 o fato das crian\u00e7as passarem muito tempo no que chamamos de inatividade f\u00edsica, ou seja, aquelas em que o gasto energ\u00e9tico \u00e9 muito baixo, como assistir televis\u00e3o, jogar videogame e ficar no computador, deixando de lado as brincadeiras de correr, andar de bicicleta, nadar, etc. \u201cClaro que n\u00e3o podemos deixar de observar a gen\u00e9tica, a sa\u00fade e at\u00e9 as quest\u00f5es psicol\u00f3gicas da crian\u00e7a, pois tamb\u00e9m podem influenciar no sobrepeso\u201d, comenta a especialista. Para a doutora, este excesso de peso est\u00e1 relacionado com o estilo de vida. \u201c\u00c9 importante haver uma reeduca\u00e7\u00e3o alimentar de toda a fam\u00edlia, estipular uma rotina para que as crian\u00e7as realizem as refei\u00e7\u00f5es sentadas \u00e0 mesa e nos hor\u00e1rios corretos: educar os filhos a ter uma vida saud\u00e1vel desde cedo, ensinando os valores de cada alimento e, principalmente, estimulando a realiza\u00e7\u00e3o de exerc\u00edcios \u00e9 a chave para o equil\u00edbrio alimentar\u201d. \u201cObesidade \u00e9 grave e deve ser tratada como tal\u201d, afirma a m\u00e9dica. Se n\u00e3o houver nenhuma mudan\u00e7a para alcan\u00e7ar a diminui\u00e7\u00e3o do peso, a garotada poder\u00e1 vir a sofrer de doen\u00e7as cardiovasculares, respirat\u00f3rias, endocrinol\u00f3gicas e at\u00e9 m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o do esqueleto. Segundo a dra. 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